Governo do Distrito Federal
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Perfil do Vice-governador

Renato Santana

Renato Santana da Silva tem 42 anos, é Servidor Público de carreira desde 1994. Nascido em Brazlândia, é o quarto dos cinco filhos da dona Arlinda e do seu Enedino, os dois feirantes. Foi com eles que aprendeu, aos 12 anos, a primeira profissão, nas banquinhas de verdura e de confecções. De lá pra cá, experimentou inúmeros ofícios. Como soldado da Aeronáutica, entre 1992 e 1994, tomou gosto pelo serviço público e aprendeu importantes lições de cidadania, gestão e disciplina.
Pai do Ramirez, do Vinícius e da Renata. Morador da QNP 13 do P Norte por opção, é apaixonado por Ceilândia, cidade que, segundo ele, “cheira a povo, a gente”. É o primeiro vice-governador que nasceu e mora em uma região administrativa fora do Plano Piloto, pondo fim a um preconceito que precisava ruir, pois todas as regiões são de Brasília e Brasília é de todas as regiões.
Trabalhou na Administração Regional de Taguatinga por cinco anos, no primeiro cargo público concursado, seguindo depois para a Administração Regional de Ceilândia, na qual ocupou os cargos de diretor de Cultura, diretor administrativo, chefe de gabinete e, finalmente, administrador regional. Em seguida, no governo Rogério Rosso, assumiu a secretaria de Governo.
Ao fim da gestão Rosso, voltou ao papel de liderança comunitária da Ceilândia e assumiu a secretaria geral do Partido Social Democrático (PSD), por entender as nuances da cidade e conviver com as ausências do Estado. O partido o preparava para disputar a eleição de deputado distrital quando Rogério Rosso, presidente do PSD-DF, o convidou para ser candidato a vice-governador, a 1ª disputa eletiva de sua vida. Venceu as eleições ao lado de Rodrigo Rollemberg, tendo um destacado papel nas ruas, onde gosta, efetivamente, de atuar.
Como disse em entrevista recente, utilizando termos do setor produtivo, “Quem engorda o boi é o olho do dono e em uma gestão de governo, não é diferente”. Ou, como também definiu, “Governo não é no gabinete, porque, no gabinete, você não joga, você vira despachante. E a cidade espera resultados”.
Definindo-se como “um soldado, mas não de quartel”, é na rua, ouvindo a população, que Renato Santana tem ajudado o governador Rodrigo Rollemberg a governar, buscando soluções para os graves problemas que a capital enfrenta. Com muito trabalho e sem paletó na cadeira. Abriu mão de qualquer benesse e anda pelas ruas como cidadão comum, por entender que assim é o papel de um governante. É particular o único telefone celular que utiliza, cuja conta não é paga com recursos do Estado. Faz questão de divulgar o número pessoal, 9130-5758, e interage pessoalmente com as pessoas nas cidades em que visita, despachando as demandas diretamente para os agentes do governo. À medida do possível, responde a todas as mensagens e por meio do aplicativo de mensagens, despacha com secretarias e administrações regionais, acelerando a solução dos problemas e dando respostas rápidas à comunidade. Este é o maior reclame que ele ouve quando chega nas cidades, atenção do Poder Público, com informações de qualidade, rápidas e eficazes.
Assim, Renato Santana vem cumprindo o compromisso público que assumiu em 1º de janeiro, de cuidar da cidade sem se envaidecer. E tem contribuído especialmente com o setor produtivo na busca de resolver os inúmeros gargalos que têm entravado e atrasado nossa cidade há mais de cinco anos. Gargalos que precisam ser removidos urgentemente, sem rancores ou vícios, mas permitindo que voltemos a crescer, a gerar desenvolvimento, emprego e renda. Em suas andanças diárias, sempre repete que para ser governante, é preciso sensibilidade, coragem e atitude.